segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

FÉRIAS ANIMADAS

FESTIVAL DE TEATRO DE BONECOS EM CURITIBA
   
 

        Aproveite as férias para assistir a ótimos espetáculos de Teatro de Bonecos e também aprenda a fazer esses bonecos, é grátis e para todas as idades.
 
Mais informações, fotos e sinopses das apresentações no Blog: http://feriasanimadas2011.blogspot.com/


PARTICIPE, confira a programação:

FERIAS ANIMADAS PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Atividades extras

Dia
local
horário
Quem
O quê
08 de janeiro
Rua XV
11h
Todos
Desfile de Abertura
08 a 30 de janeiro
Centro de Criatividade
9h às 21h
Bonecos Paranaenses
Exposição da APRTB
09 janeiro
Ruínas de São Francisco
11h
Olga, Tarcísio, Sergio Simone, Lucas, Miyashiro, Perré,Cauê
 Performances com bonecos
17 a 21 de janeiro
 Centro de Criatividade
9h
Olga Romero
Oficina ABC olha só como é que é
17 a 21 de janeiro
Centro de Criatividade
14h
Odílio Malheiros
Oficina de confecção de bonecos
24 e 25 de janeiro
Centro de Criatividade
14h
Joelson Cruz
Oficina de Produção
27 e 28 de janeiro
Centro de Criatividade
14h

Seminário Momento atual e o futuro da arte do boneco no Brasil, sua criação e produção

Espetáculos

Dia
Local
Horário
Quem
O quê
Dia 08
Sábado


Centro de Criatividade
15 h
Cia Miyashiro Teatro de Bonecos
Espetáculo Luvazine
16h
Cia Artifícios Teatrais
Espetáculo Zac, e a maquina do tempo
17h
Cia Simples Suspiro
Espetáculo      O trem de ninguém

Dia 09
Domingo

Centro de Criatividade
15h
Cia Lumare
Espetáculo Antenor, o boizinho voador
16h
Cia Artifícios Teatrais
Espetáculo  Zac, e a máquina do Tempo
17h
Cia Itaércio Rocha
Espetáculo   Seu Bala
Dia10
Hospital das Clínicas
15h
Cia Faz de Conta
Espetáculo A mala e os cartões
Dia 11
Lar Pequeno Cotolengo
15:30h
Cia Lumare
Espetáculo Antenor, o boizinho voador
Dia 12
CMEI Jardim Gabineto
15h
Cia Calçada Di Versus
Espetáculo               O gigante e o cigano
Dia 13
Hospital Cajuru
15h
Cia Títeres de Kapotte
Espetáculo  Turfan, contador de histórias
Dia 14
CMEI Butiatuvinha
15h
Cia Calçada Di Versus
Espetáculo               O Gigante e o Cigano

 Dia 15
Sábado


Parque Barigui
10h
Cia Miyashiro
Espetáculo Luvazine
11h
Cia 7 art
Espetáculo Traquinagens
12h
Cia Filhos da Lua
Espetáculo Terezinha, história de amor e perigo
Centro de Criatividade
15h
Cia Merengue
Espetáculo Ludicamente
 Centro de Criatividade
16h
Cia Instável
Espetáculo O Labirinto do Mundo
 Centro de Criatividade
17h
Cia Títeres de Kapotte
Turfan, o Contador de histórias


Dia 16
Domingo

Teatro  do Piá
11h
Cia Filhos da Lua
Espetáculo Terezinha, história de amor e perigo

Centro de Criatividade
15h
Cia Anima Teatro de Bonecos
Espetáculo Na Fazenda de Meias
16h
Cia Faz de Conta
Espetáculo A mala e os cartões
17h
Cia Instável
Espetáculo O Labirinto do Mundo
Dia 17
Hospital Evangélico (Pediatria)
15h
Cia Sonora
Espetáculo Os Encantos de Vagalume e Borboleta
 Dia 18
Casa de Repouso Adonai
15:30h
Cia Sonora
Espetáculo Os Encantos de Vagalume e Borboleta
 Dia 19
Creche Centenário
15h
Cia Tibiribão
Espetáculo Meninice
 Dia 20
Hospital  Pequeno Príncipe
15h
Cia Itaércio Rocha
Espetáculo Seu Bala
 Dia 21
NAPS - Núcleo de Atenção Psico Social.
10h
Grupo Mundaréu
Espetáculo  A História do homem que saiu pelo mundo afora para aprender a tremer e se arrepiar



Dia 22
Sábado


Passeio Público
10h
Cia RasgaTeatro
Espetáculo Chapéuzinho Vermelho
11h
Cia GT Autopeças
Espetáculo Aventuras Possíveis
12h
Cia Di Trento
Espetáculo Montando Lobato

 Centro de Criatividade
15h
Cia Arte&manha
Espetáculo Um conto para nossa história
16h
Cia Anima Teatro de Bonecos
Espetáculo Fazenda de Meias
17h
Cia dos Ventos       * Teatro Cleon Jacques
Espetáculo
O pequeno solitário


Dia 23
Domingo
Teatro do Piá
11h
Cia Merengue 
Espetáculo   Ludicamente


Centro de Criatividade
15h
Cia Arte&manha
Espetáculo Um conto para nossa história
16h
Cia Calçada Di Versus
Espetáculo
O gigante e cigano
17h
Cia Karagozwk *Teatro Cleon Jacques
Espetáculo Compadre Rico, Compadre Pobre
 Dia 24
Asilo Chalé da Vovó 
15:30h
Cia Artymos
Espetáculo As aventuras de Tito e seu cãozinho
 Dia 25
Hospital do Trabalhador
15h
Cia 7 art
Espetáculo  Traquinagens
Dia 26
Hospital Pequeno Príncipe
15h
Cia Claudio Miiller
Espetáculo   O Patinho Feio
 Dia 27
APACN – Associação Paranaense de Apoio a Criança com Neoplasia
15:30h
Cia Artymos
Espetáculo As aventuras de Tito e seu cãozinho
 Dia 28
Lar O Bom caminho
15:30h
Cia Títeres de Kapotte
Espetáculo  Turfan, contador de histórias

 Dia 29
Sábado

Parque do Cambuí
10h
Cia RasgaTeatro
Espetáculo Chapéuzinho Vermelho
11h
Cia GT Autopeças
Espetáculo Aventuras Possíveis
12h
Cia Di Trento
Espetáculo Montando Lobato


Centro de Criatividade
15h
Cia. Fantokid's
Espetáculo Show de Bonecos
15:40h
Cia Simples Suspiro
Espetáculo O Trem de ninguém
16:20h
Grupo Mundaréu
Espetáculo A História do homem que saiu pelo mundo afora para aprender a tremer e se arrepiar
 Centro de Criatividade Teatro Cleon Jacques
17:10
Cia dos Ventos
Espetáculo  O pequeno solitário

Dia 30
Domingo
Teatro do Piá
11h
Cia Claudio Miiller
EspetáculoO patinho feio
Centro de Criatividade
15h
Cia. Fantokid's
Espetáculo Show de Bonecos
16h
Cia Tibiribão
Espetáculo Meninice
Centro de Criatividade Teatro Cleon Jacques
17h
Cia Karagozwk
Espetáculo Compadre Rico, Compadre Pobre



Olha só a concentração do meu pipoquinha assistindo o Teatro de Bonecos no Parque Barigui. 15/01/2011.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

LETRAMENTO

LETRAMENTO
Por Patricia Alves

A aquisição da leitura e da escrita é uma das metas mais almejadas pelas famílias e pelos próprios educandos ao entrarem na escola, pois é por meio delas que os mesmos terão acesso aos conhecimentos considerados relevantes no contexto social em que estão inseridos.
A linguagem não ocorre de maneira isolada. Ela se desenvolve a partir da interação dos sujeitos. Diante disso, fica coerente afirmar que a linguagem oral e/ou escrita extrapola a decodificação, e é necessariamente de caráter humano. A linguagem expressa a comunicação, o dizer algo, o sentimento, e para que sintamos tais expressões é preciso que estejamos envolvidos na prática de compreensão da leitura, no letramento.
Segundo Soares (1999, p.3) “letramento é o estado ou condição de quem não sabe só ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e escrita que circulam na sociedade em que exerce as práticas de interação social”. Para que o letramento se efetive, é preciso que, desde os momentos iniciais, na escola, a criança conviva, interaja com os mais diversos gêneros textuais orais e escritos. O educando deve interagir com práticas de escrita e de oralidade, pois a criança  chega à escola com o domínio de linguagem em situações informais, mas precisa desenvolver a competência de adequar seu discurso às diferentes situações de uso em instâncias públicas, o que só se consegue com práticas constantes.
Muito se discute a forma de trabalhar diferenciadamente do tradicional a fim de que se desenvolva uma nova forma de inserir a criança no mundo da escrita. Sabe-se que é necessário mais do que aprender a codificar e decodificar palavras e adquirir a técnica do ler e escrever é necessário apropriar-se da escrita visando o seu uso nas práticas sociais. Para atingir tal objetivo, faz-se necessário que o educando leia não apenas o que está explicito, mas também o que está implícito no texto. É imprescindível propiciar condições para que este possa interagir com a diversidade textual que circula em nossa sociedade.
“Ler é compreender um texto, dar sentido ao que está escrito (...) descobrir-lhe significado. É uma interação entre o pensamento ativo do leitor e o que diz o texto”.(SOLÉ, 1998, p.96).
Ampliar a capacidade interpretativa dos educandos por meio de práticas que estimulem a leitura, a produção de texto (oral e escrito) e a análise lingüística, criando situações de conversação, de organização, criação e transmissão de mensagens, de apropriação de novos vocábulos, de articulação de relatos, contos, sempre orientadas pelo eixo uso-reflexão-uso da língua, é um dos objetivos a serem alcançados no ensino da língua portuguesa.
REFERÊNCIAS
CURITIBA. Secretaria Municipal de Educação. Diretrizes curriculares para a Educação Municipal de Curitiba. 2006.
SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autentica, 1999.
SOLÉ, I. Estratégias de leitura. 6ª. ed. São Paulo: Artmed, 1998.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

ALFABETIZAÇÃO: COM RECEITA OU NÃO?

Postei este texto para realizarmos uma reflexão sobre nossa prática em sala de aula e para que se abra a discussão de como tornar o ensino-aprendizado algo mais atrativo e encantador. Boa leitura!!! Lembre-se de deixar seu comentário.
RECEITA DE ALFABETIZAÇÃO
            Pegue uma criança de seis anos e lave-a bem. Enxugue-a com cuidado e enrole-a num uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula. Nas oito primeiras semanas, alimente-a com exercícios de prontidão. Na nona semana, ponha uma cartilha nas mãos da criança. Tome cuidado para que a criança não se contamine no contato com livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos. Abra a boca da criança e faça com que ela engula as vogais, quando tiver digerido as vogais, mande-a mastigar, uma a uma, as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada no mínimo 60 vezes, como na alimentação macrobiótica. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos. Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida, faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar. Ao final do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases engolidas. Se isto acontecer, considere a criança alfabetizada, enrole-a num papel bonito e despache-a para a série seguinte. Se a criança não devolver o que foi dado para engolir, recomece a receita desde o inicio, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes forem necessárias. Ao fim de três anos, embrulhe a criança em papel pardo e coloque um rotulo: “aluno renitente”.
Professora Marlene Carvalho (UFRJ).

ALFABETIZAÇÃO SEM RECEITA
            Pegue uma criança de seis anos, ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa e coloque-a numa sala onde existam muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais velhos, revistas, embalagens, propagandas, sacolas de supermercados, encartes, enfim, tudo que estiver entulhado nos armários da escola e da sua casa. Convide a criança para brincar de ler, adivinhando o que está escrito: você vai descobrir que ela sabe muitas coisas. Converse com a criança, troque ideias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam e não gostam. Escreva no quadro algumas coisas que foram ditas e leia para ela. Peça a criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão. Escreva algumas destas coisas no quadro e leia para e com a criança. Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos e não se esqueça de mandar limpar o chão depois, pra não criar problemas na escola. Todos os dias leia em voz alta para a criança: histórias, poesias, noticias de jornal/revista, anedotas, adivinhas, letras de músicas, etc. mostre para a criança tipos de coisas escritas que talvez ela não conheça: um dicionário, catalogo telefônico, um livro de receitas, uma carta, etc. Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Não se apavore se a criança estiver comendo letras (até hoje não houve caso de indigestão alfabética). Acalme a diretora e a pedagoga, se elas ficarem alarmadas.
            Invente sua própria cartilha. Use sua imaginação e sua capacidade de observação para ensinar a ler. Leia e estude você também.     
Fonte: TURRA, V.F. & VIESSER,J.A. O pensar e o fazer pedagógico em alfabetização. PUC – novembro/2000.


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

REPORTAGEM DO MÊS: educação familiar

A MENTE DE NOSSOS FILHOS

por: RUTH DE AQUINO
diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro
raquino@edglobo.com.br

“Uma refeição por dia em família pode diminuir em até 80% o consumo de drogas entre os filhos – e também ajuda a combater a violência na rua, na escola e em casa.” A afirmação é do psiquiatra infantil Fábio Barbirato, autor do livro A mente do seu filho. Se as crianças aprendem por imitação, que modelos nós, os pais e mães modernos do século XXI, fornecemos em casa? O que ensinamos a nossos filhos? Temos tempo de transmitir algum valor ou de escutá-los?

Nunca foi fácil educar. A fronteira entre a autoridade e a compreensão é um aprendizado. Impor regras pode descambar para a repressão, a violência verbal, moral e física. Ser amigo pode descambar para a condescendência, a tolerância excessiva, a falta de limites. Qualquer dos extremos ajuda a formar crianças e adolescentes desequilibrados, inseguros, arrogantes e antissociais. Jovens batem nos colegas da escola, matam a pauladas torcedores de times de futebol adversários, espancam prostitutas, agridem homossexuais com lâmpadas fluorescentes, incendeiam mendigos, suicidam-se no trânsito. Ou mergulham em drogas que incapacitam para sempre, como o crack. “Infelizmente, de duas décadas para cá, os pais, para tentar se aproximar dos filhos, resolveram se tornar amiguinhos. Saem para a noite com os filhos, sentam em uma mesa de bar e bebem todas com eles”, diz Barbirato. Mães se vestem e falam como se tivessem a idade das filhas.
Você é daqueles que ensinam a seu filho que só os fortes sobrevivem? Quando seu filho é irresponsável, você suborna o policial que o flagrou? Minimiza e diz “Tadinho dele, não queria fazer aquilo”, ou pior, “Os outros mereciam mesmo”? Ser amigo é uma coisa. Ser cúmplice é outra. O bullying é apenas uma expressão de violência juvenil. O nome vem de bully, algo como valentão, na tradução do inglês. Nos episódios de bullying, há sempre um desequilíbrio de poder, que pode ter começado em casa, com a sensação de impunidade.
Por que dar um carro superpotente a alguém que acaba de fazer 18 anos? Sua prudência ainda está se desenvolvendo, diz Barbirato. “O menino pensa: meu pai bebe um pouquinho quando saímos e dirige – por que eu também não posso beber um pouquinho, como ele?” Nos anos 60, o jovem buscava nas drogas ilícitas algo para transcender. Hoje, sem causa ou ideologia, o jovem quer é ficar doidão para reduzir a ansiedade ou a melancolia, e por isso submerge no crack. É a crença da onipotência. E ele não consegue mais sair.
Se as crianças aprendem por imitação, que modelo os pais e mães modernos fornecem em casa?
Culpar o aumento de divórcios é uma saída simplista e preconceituosa. “Não são as separações amigáveis que concorrem para a violência. Falo sempre dos filhos daqueles casais que não sabem mais conversar, numa casa onde tudo acontece aos berros ou agressões. Atribuir a culpa à mãe que hoje precisa trabalhar fora é outra visão ultrapassada e machista demais.” Construir um senso de família vai além. Para educar, é preciso ter educação.
Já se tornou clichê valorizar a qualidade, e não a quantidade, de tempo com os filhos. Não há base estritamente científica para se afirmar que uma refeição por dia em família contribua para reduzir o desajuste dos filhos. Mas tendo a concordar com Barbirato. O convívio perdido à mesa é irreparável.
Sou mãe de dois filhos, separada, e lembro quando o mais velho, aos 18 anos, reclamou abertamente: “Mãe, nós não fazemos juntos nenhuma refeição por dia durante a semana”. Isso foi há uma década. Tive sorte, porque ele me chamou a atenção e porque desejava a minha companhia. Antecipei a hora de chegar do trabalho para poder jantar com os dois. É um momento para conversar sobre o dia. Confidências emergem. O diálogo se mantém olho no olho, e não por SMS ou e-mail. Temas polêmicos são discutidos. É hora de falar de valores, compartilhar verdades, mesmo incômodas. De preferência, com o celular desligado! Sem tuitar, sem dispersar. A indiferença com o outro me parece hoje um grande desagregador familiar. O vício da conexão nos desconecta uns dos outros dentro do que um dia se chamou de lar.

Em 2011, jante ou almoce com seus filhos em casa – e não só aos domingos.


Fonte: Revista Época: 20/12/2010.
http://revistaepoca.globo.com/

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

AGRADECIMENTOS

A minha querida turma e a seus familiares
Em nossa vida temos tempos diferentes: Tempo de ser criança, de crescer, estudar e aprender. E, em todo o tempo sempre se aprende.                                                                     
Em minha experiência como professora do 3˚ ano, aprendi muito, descobri encantos, conheci pessoas e superei dificuldades.                                                                           
Com esta turma, que considero parte da minha família, doei o melhor de mim e em troca recebi muito carinho, aconchegantes abraços e doces beijos.                              
Turminha, foi maravilhoso passar esse ano ao lado de vocês. Tudo isso tem sido uma linda experiência de vida. Mas, como a vida é feita de momentos, vem chegada à hora de mais uma transição, pois vocês vão para uma nova turma, mais uma etapa no caminho escolar. Parte do meu coração ficará com vocês, e, no transcorrer do tempo possivelmente nos veremos novamente.                                                                                                  
Quero muito agradecer a vocês, minhas queridas crianças, pelos momentos que passamos juntos. E as famílias pelo apoio e confiança.                          
A todos meus sinceros agradecimentos.
            Com carinho, profª Patricia.            
Curitiba, Dezembro de 2010.

HORA DE... ERA UMA VEZ... Natal...

O PINHEIRINHO DE NATAL


O PINHEIRINHO DE NATAL


Quando o menino Jesus nasceu, todas as pessoas ficaram contentes, crianças, homens e mulheres vinham vê-lo trazendo presentes pobres e ricos.             

Perto do estábulo onde dormia o menino Jesus, num berço de palha, havia três árvores: uma palmeira, uma oliveira e um pinheiro.                                              

Vendo aquela gente que ia e voltava, passeando embaixo de seus galhos, as três árvores quiseram também dar alguma coisa ao menino Jesus.                                 

- Eu vou dar a minha palma maior e a mais bela para que ela abane docemente o bebê, disse a palmeira.

- Eu vou apertar minhas olivas, o óleo servirá para amaciar os seus pezinhos, disse a oliveira.
- E eu? Que posso dar? Perguntou o pinheirinho.
- Você? Responderam as outras; você não tem nada para dar, suas agulhinhas pontudas poderiam picar o menino Jesus.
O pobre pinheirinho sentiu-se muito infeliz e respondeu tristemente:
- É mesmo; vocês têm razão não tenho nada para oferecer.
Um anjo que estava ali perto escutou a conversa e teve pena do pinheirinho, tão humilde, tão triste, que nada podia fazer porque nada possuía.
O lindo anjinho olhou para o alto e chamou as estrelas do céu.
No mesmo instante, elas desceram com boa vontade e foram colocar-se sobre os ramos do modesto pinheirinho, que ficou todo iluminado!
Lá no bercinho, dentro do estábulo, os olhos do menino Jesus brilhavam ao verem aquela árvore tão linda!
É por isso que as pessoas, até hoje, enfeitam com luzes o pinheiro na véspera do Natal.
Autor desconhecido.
#Pinheirinho confeccionado por estudante do 3˚ano do Ensino Fundamental,
após ouvir o conto.#


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PINHEIRINHO DE REVISTA


                Esta sugestão de pinheirinho pode ser confeccionado com revista de qualquer tamanho.
Faz-se uma dobra em forma de triangulo e em seguida faz-se a mesma dobra novamente, a ponta que sobra no final da página dobra-se para dentro. Faz a mesma dobradura em todas as folhas da revista. Quanto mais grossa a revista, mais bonito fica o pinheirinho.




 





Pode-se deixar o pinheirinho em pé ou colá-lo em uma folha mais grossa e enfeitar.


  


#Pinheirinhos confeccionados por crianças de 3˚ano do Ensino Fundamental.#

É um trabalho bem gostoso e as crianças adoram. Experimente! 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

MÚSICA PARA O NATAL

 NATAL BRASILEIRO
#Ilustrações realizadas por crianças de 3˚ ano do Ensino Fundamental.#
Feliz Natal!
Natal brasileiro, sem nada estrangeiro,
Calor de dezembro, sem neve, sem frio.
Natal todo nosso, com sinos tocando
As velhas matrizes do nosso Brasil.
Feliz Natal!
Na hora da ceia não sirva peru,
Sirva um bom café, vatapá, caruru.
Família reunida, contente da vida,
Que bom festejar, festejar o Natal a cantar
(“Não há, oh gente, oh não...”)
Natal tão bonito, Natal tão azul.
Luar do sertão e o Cruzeiro do Sul 
A iluminar o Brasil por inteiro.
Eu quero este ano, ver Papai Noel de Verde-Amarelo,
chegar alta noite e em cada chinelo
deixar o orgulho de ser brasileiro!                                            
(Autor: desconhecido)





*VERSÃO COM CIFRAS*


NATAL BRASILEIRO

  C     Dm
Feliz Natal!
C                            Am
Natal brasileiro, sem nada estrangeiro,
              Dm                                      G
Calor de dezembro, sem neve, sem frio.
             C                                     C7
Natal todo nosso, com sinos tocando
                      D7                         G
As velhas matrizes do nosso Brasil.
  C      Dm
Feliz Natal!
                  C                    Am
Na hora da ceia não sirva peru,
 Dm                    G
Sirva um bom café, vatapá, caruru.
                 C                           C7
Família reunida, contente da vida,
         D7                                        G
Que bom festejar, festejar o Natal a cantar
C                       F
(“Não há, o gente, oh não...”)
C 
Natal tão bonito, Natal tão azul.
  C7                                 F
Luar do sertão e o Cruzeiro do Sul
G                           C
A iluminar o Brasil por inteiro.
                Dm                            G
Eu quero este ano, ver Papai Noel
C
de Verde-Amarelo,
 C7                      F
chegar alta noite e em cada chinelo
     G                              C
deixar o orgulho de ser brasileiro!
                                      
(Autor: desconhecido)